O diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS), Álvaro Almeida, admitiu em Viseu que a nova estirpe de gripe A (H3N2) está a provocar um aumento significativo da procura dos serviços de urgência e maior pressão sobre o sistema, mas rejeitou a existência de caos no SNS.
Segundo o responsável, a atual epidemia tem causado uma maior taxa de internamentos, uma vez que a nova estirpe apresenta menor proteção conferida pelas vacinas existentes.
À margem de uma visita ao Hospital de São Teotónio, em Viseu, Álvaro Almeida explicou que as urgências estão condicionadas sobretudo pela capacidade de internar doentes, sublinhando que o principal problema não é a falta de profissionais, mas sim a limitação de espaço físico e de camas disponíveis.
Atualmente, quase todas as unidades de saúde ativaram os respetivos planos de contingência, com 11 no nível máximo. A Unidade Local de Saúde (ULS) Viseu Dão Lafões tem as suas duas unidades no nível 2 de contingência.
Nível 2 – Pressão significativa
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