Foto: PJ
2026
A Polícia Judiciária (PJ) apreendeu 278 obras de arte em Penalva do Castelo. Entre as peças recolhidas estão trabalhos atribuídos a autores como Pablo Picasso, Joan Miró, David Hockney, Albrecht Dürer, Pierre Bonnard e Juan Downey.
O espólio, que inclui pinturas, litografias, esculturas e objetos arqueológicos, pertencia a um cidadão norte-americano falecido em 2024, mas encontrava-se na posse de um antigo funcionário. A coleção abrange desde a Pré-História e Antiguidade até ao século XVIII, com artefactos de diversas origens, como a Pérsia, Médio Oriente, China, África e Américas.
A investigação teve início após um alerta da entidade Museus e Monumentos de Portugal. O antigo mordomo do proprietário, com cerca de 70 anos, foi constituído arguido, suspeitando-se que pretendia vender as obras. Estão a ser apurados possíveis crimes de abuso de confiança e branqueamento.
As diligências foram realizadas com o apoio de peritos do Museu Nacional Machado de Castro. A PJ informou que seguirá agora com a análise da autenticidade, proveniência e real propriedade das obras, embora os primeiros indicadores apontem para a autenticidade das peças.
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